O Deus que me vê

O Deus que me vê

Uma promessa de longa data dos descendentes permanece por cumprir, e a tensão leva a um plano nascido da impaciência: Sarai insta Abrão a conceber um filho com Hagar. O que começa como uma tentativa de resolver um problema rapidamente gera tensão. A gravidez de Hagar altera a dinâmica da família, criando ressentimento e culpa. A responsabilidade é evitada, segue-se um tratamento severo e Hagar foge para o deserto.

Ali, na sua vulnerabilidade, ela é inesperadamente abordada pelo mensageiro divino, que a chama pelo nome, pede-lhe que encare de onde veio e para onde vai, e orienta-a a regressar. A instrução é acompanhada por uma promessa notável: o seu filho viverá, crescerá e tornar-se-á o início de uma grande multidão. Ela nomeia Deus como Aquele que a vê, reconhecendo que o seu sofrimento não foi ignorado. O local deste encontro torna-se uma lembrança de ser vista e ouvida.

Hagar regressa, dá à luz Ismael, e a família continua com a realidade de que a sua tentativa de manipular a promessa não resolveu nada; apenas demonstrou que a promessa em si depende de Deus e não das suas intervenções.

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